Der Prophet - Fragen an die Prophetin Gottes - Der Prophet Nr. 1
o profeta


 

A voz do coração,

 a verdade eterna, a lei eterna de Deus,

dada pela profetisa de Deus para nossos tempos


Nr. 4

Feb. 2001                       edição irregular                     Nr. 4

 

 

O fundamental para os nossos tempos

para reflexão e auto-reconhecimento

 

 

A construção da obra divina e a Ação –

O Comércio de Acordo com

o Sermão da Montanha –

Rrecebido do Espírito do Cristo de Deus

 

 

Pergunta do amigo de Cristo:

Gabriele, porque o Cristo de Deus começou sua obra sob o nome de Obra da Repatriação de Jesus Cristo? No decorrer do tempo cresceu a partir da Obra da Repatriação de Jesus Cristo a Vida Universal. Como podemos compreender estes passos de evolução?

 

Resposta do profeta:

A Obra da Repatriação de Jesus Cristo foi a obra de ensino e esclarecimento. Há vinte anos atrás já existia o esoterismo e muito conhecimento acerca dos mundos divinos, também o saber acerca das legitimidades de Deus. Na Bíblia estão os Dez Mandamentos que Deus deu à humanidade através de Moisés. Na Biblia também podemos ler os ensinamentos mais importantes de Jesus de Nazaré, especialmente o Sermão da Montanha, o qual, se aprendemos a compreendê-lo, é dado para todos os âmbitos da vida, para a vida de indivíduos, de famílias, de parentes, de círculos de amigos e não por final, para o desenvolvimento saudável de empresas. Mesmo havendo muito conhecimento espiritual no mundo, as explicações de como pôr na prática diária os Dez Mandamentos e o Sermão da Montanha eram escassos.

Na Obra da Repatriação de Jesus Cristo, o Espírito do Cristo de Deus ensinou muitos detalhes da lei eterna, e explicou como as pessoas no nosso tempo as podem praticar como tambem os Dez Mandamentos e o Sermão da Montanha.

 

Nos primeiros anos da Obra da Repatriação de Jesus Cristo, o Cristo de Deus revelou como cada um pode formar a sua vida para desenvolver valores espirituais de ética e moral, e de como ele encontra o caminho ao seu interior, ao profundo da alma onde habita o Cristo de Deus. Pois em cada alma e em cada pessoa está o espírito omnipresente, o Cristo de Deus. Cristo ensinou em suas revelações, que cada pessoa é o templo do Espírito Santo e que em cada um está a herança divina, que é a força toda-abran-gente dos céus, o Ser, também chamado de “Eu Sou”; é a essência da lei toda-abrangente de Deus, do amor.

Depois do Cristo de Deus que se revela ter trazido aos seus filhos humanos muito saber espiritual em palavra e escritos, Ele começou a formar as Igrejas Interiores do Espírito de Cristo, e ofereceu o Caminho Interior. Toda pessoa de boa vontade pode seguir este caminho, realizando passo a passo os mandamentos de Deus e o Sermão da Montanha. Nos anos anteriores o Cristo de Deus tinha ensinado estes apartir de diferentes perspectivas, para que todo peregrino de boa vontade no caminho ao interior, ao Cristo de Deus, possa compreender a prática do Seu ensinamento.

 

A Obra da Repatriação, a obra de ensino e esclarecimento com suas Igrejas Interiores do Espírito de Cristo e o Caminho Interior durou uma década.

Depois do Cristo de Deus ter preparado  o chão de forma espiritual durante anos, quer dizer, depois de ter preparado a consciencia de muitos, para que estes poderiam ter o entendimento dos Dez Mandamentos e do Sermão da Montanha e de sua aplicação no dia-a-dia, Ele então fez a conexão com a declaração que nos foi transmitida através do Novo Testamento nas últimas palavras do Sermão da Montanha: “Quem ouve este meu ensinamento e o pratica, é como um homem sábio que construiu sua casa sobre a rocha. Quando então vieram as tempestades e as águas e o vento soprava contra a casa, esta não ruiu. E quem ouve este meu ensinamento e não o pratica é como um tolo, que construiu sua casa sobre a areia. Quando então vieram as tempestades, e as águas e o vento soprou contra a casa esta ruiu, e a sua queda foi grande.” (Mt. 7:24-27)

Das inúmeras pessoas que por anos ouviram as revelações do Senhor, quer dizer aceitaram e receberam os seus ensinamentos e ajudas divinas, muitos começaram a seguir o Caminho Interior para se livrarem sucessivamente dos seus pecados com a ajuda do Cristo de Deus e através do seu ensinamento central: Reconheça os teus pecados, arrependa-se destes, peça perdão ao teu próximo e perdoa também àquele que pecou contra ti. Se podes retificar o mal que causastes na tua vida, então faça-o. Se seguistes este caminho da purificação, então não mais cometa este pecado. Realize sempre mais os mandamentos da vida. No Sermão da Montanha Jesus falou acerca da ação correta. Quem ouve o seu ensinamento e o faz é um homem sábio. Portanto depois do ensinamento e do reconhecimento deve seguir a ação, o preenchimento do ensinamento na vida diária, a realização.

Uma vez que o espírito da verdade, o Cristo de Deus, tinha derramado muitas legitimidades dos céus em palavras e escritos em muitos recipientes, quer dizer na consciencia de muitas pessoas, Ele então chamou aproximadamente no ano de 1983 a artesões, comerciantes, agrônomos, médicos, pessoas de quase todos os ramos profissionais de pensarem se desejam aplicar as leis divinas na comunidade – isso agora tinha relação com a prática do Sermão da Montanha. Assim Ele fez com que surgisse apartir da raiz da Obra da Repatriação de Jesus Cristo, da obra de ensino e esclarecimento, a árvore da realização, o atuar e praticar divino em comunidade: a Vida Universal. Na Vida Universal, o Cristo de Deus revelou mais níveis do Caminho Interior; Ele continuou a revelar-se nas Igrejas Interiores do Espírito de Cristo. Porém, também a todos aqueles que se juntaram nas empresas de Cristo para trabalharem juntos de acordo com as leis do Sermão da Montanha, Ele ensinou e ensina um sistema econômico totalmente novo, de acordo com o Sermão da Montanha, que apartir dos céus foi transformado para baixo, para nós homens na Terra.

 

Pergunta do amigo de Cristo:

Gabriele, posso te interromper? Eu teria algumas perguntas àquilo que foi dito. Na Bíblia lemos acerca dos Dez Mandamentos e do Sermão da Montanha. No mundo ocidental as instituições católica e evangélica designam-se competentes em termos do ensinamento de Jesus. Então porque é que o Cristo de Deus se revela mais uma vez para ensinar os Dez Mandamentos e o Sermão da Montanha entre outras coisas?

 

Resposta do profeta:

Se o espírito de Deus, ao qual está à disposição um instrumento profético correspondente, não ensinasse a verdade e não retificasse e acrescentasse ao que foi e é transmitido de forma modificada e incompleta através das chamadas igrejas cristãs acerca do ensinamento de Cristo, assim Ele estaria aprovando o existente. Pois em todos os tempos o espírito de Deus esclareceu, retificou enganos, advertiu e colocou o dedo na ferida.

Ambas as instituições, católica e protestante, ensinam pois aspéctos do ensinamento de Jesus de Nazaré, estes porém estão misturados com ensinamentos da igreja, com dogmas, cerimonias e rituais, assim que o ensinamento simples de Jesus de Nazaré quase não se pode mais encontrar. No livro “O Grande Inquisidor” o autor Dostojewski escreve acertadamente sobre estas circunstancias nas palavras do grande inquisidor ao Jesus que aparece novamente: “Nós melhoramos os teus atos e os reconstruimos sobre milagres, sobre mistérios e sobre a autoridade.”*

 

Fora disto, parte da igreja protestante diz que a fé somente é suficiente, e a igreja católica dá mais ênfase aos sacramentos do que à prática do ensinamento de Jesus. Assim ambas as instituições rejeitam a afirmação central de Jesus de Nazaré acerca do cumprimento dos seus ensinamentos.

Tornemo-nos conscientes: Deus, já através de Moisés, ensinou o realizar dos Dez Mandamentos, pois Ele disse, por exemplo: Tu deves ... Isto quer dizer: Tu deves colocar na prática os Dez Mandamentos de Deus, ou seja realizá-los. Deus não falou através de Moisés “acredite nos mandamentos, isto é suficiente.” Já que ambas as instituições suprimiram esta afirmação central do grande Espírito Criador através de Moisés “não deves …,” e a afirmação central de Seu filho Jesus, o Cristo, no Sermão da Montanha, “Quem ouve este meu ensinamento e o pratica ...” – pois para eles o Sermão da Montanha de Jesus é utopia, dando precedência à suas próprias instruções sobre o Seu ensinamento que sómente a fé, quer dizer os sacramentos, são suficientes – eles conduziram a cristandade à tibieza e à dependência das suas instituições. Assim cada qual que seguiu esta doutrina errónea, foi subconscientemente levado a crer que não precisava mais levar a responsabilidade por si e pela sua vida. A obediência incondicional para com a igreja cegou os fiéis. Da lealdade para com Deus se fez a lealdade para com a igreja. O resultado foi enredos pecaminosos e dependência.

Deus está com seus filhos como almas ou em trajes terrenais. Por isto o Cristo de Deus, o Redentor de todas as almas e homens, revelou e revela novamente o Seu ensinamento simples que Ele trouxe à humanidade em Jesus de Nazaré, ensinando nos nossos tempos a aplicação prática destes.

Para as autoridades de ambas instituições não é nada mais que um desaforo do Cristo de Deus, que Ele se atreve, depois de 2000 anos, de falar através de boca profética como o Cristo de Deus, o Filho do Altíssimo, para trazer à humanidade novamente aquilo que, de acordo com Dostojewski, as autoridades eclesiásticas de ambas instituições “melhoraram”. O que disse o grande inquisidor: “Porque você veio para nos destruir? Porque você me observa tão calado e penetrante com teus mansos olhos? A tua ira é porque eu não quero o teu amor, por eu mesmo não te amar?  ... devo eu desvendar os nossos segrêdos? Talvez você quer ouvir da minha boca, então ouça: Nós não estamos contigo, porém com ele [o adversário], este é o nosso segrêdo. Ha muito tempo não estamos contigo, porém com ele, já há oito séculos. Já fazem oito séculos que nós aceitamos dele aquilo que voce rejeitou com ira, aquele último presente que ele ofereceu, quando ele mostrou perante teus olhos os reinos desta Terra. Nós recebemos de sua mão Roma e a espada de César e nos declaramos os senhores da Terra, os únicos, mesmo sendo que a nossa obra ainda não tenha sido findada. Mas quem é culpado disto? Oh, a nossa obra ainda está no princípio, porém já começou; ainda temos de esperar muito tempo até que esteja completa, e ainda haverá muito sofrimento sobre a Terra, porém nós iremos terminá-la e seremos os senhores da Terra, e somente então terá chegado o tempo onde iremos pensar na felicidade comum e eterna da humanidade. E mesmo assim você já poderia ter tomado a espada de César já naquela época! Porque você rejeitou também este último presente? “Quem deve governar sobre a humanidade, senão aquele que subjulgou a consciência deles em cuja mão está o pão? Então, nós nos temos cingido com a espada de César e assim alcançamos a vitória sobre você para todos os tempos e o temos seguido.”

 

Jesus, o Cristo, o qual não se deixa conter, também não pelas autoridades eclesiásticas, fez e faz tornar-se realidade aquilo que prometeu aos seus: “Ainda tenho muito a vos dizer, porém ainda não o podem compreender. Porém quando vier o espírito da verdade, este irá vos conduzir à plena verdade.” O Cristo de Deus dá a nós homens nos tempos de hoje tudo aquilo que podemos compreender com as nossas palavras humanas.

Ambas as instituições causaram muito mal ao cristianismo através do seu sistema de doutrinas que dá mais valor à fé e aos sacramentos do que à ação cristã. Com isto eles prenderam os fiéis no querer e ambição dos teólogos, no seu mundo de conceitos e em cultos. Como as pessoas em ambas as instituições eclesiasticas quase não tiveram nem têm bons exemplos na realização do ensinamento de Jesus, pois lá somente a fé e o sacramento são mais importantes que a prática, assim cada qual fez o que queria na esperança de que a sua igreja iria lhe absolver de seus pecados à tempo para que ele fosse para o céu.

Deus não chamou os homens a fazer isto. Também Jesus de Nazaré não ensinou isto. Já que isto não é a vontade de Deus, então para que céu irá aquele que segue a sua instituição igreja e seus representantes? Será o reino de Deus, o Ser puro, a nossa pátria eterna ou talvez o “céu” da instituição igreja? E como deve ser este céu?

A presunção de poder das instituições igreja em poder decidir acerca do bem ou mal estar de cada pessoa como também da sua alma imortal teve entre outros como consequência a invenção da condenação eterna e a resultante falta de esperança e desespero para aquele que caiu na armadilha d dogma da igreja. O que acontece com o crente se este não recebe a absolvição de seus pecados pesados à tempo e vai para o além com uma montanha de culpa? Será que para ele a condenação eterna é algo certo tal como ensinam ambas as instituições?

Neste mundo há muitas religiões. Na minha opinião nenhuma religião tem tanta cruel falta de piedade como a das instituições católica e protestante que ameaçam os seus fieís com a condenação eterna. Nós temos de analizar a palavra “eterna”, para reconhecer o que significa: torrar eternamente no caldeirão de fogo, sem a menor esperança de que Deus algum dia iria ter piedade desta alma. Então não seria todo pai aqui na Terra, mesmo aquele que chamamos de rigoroso, mais piedoso que o Pai celestial? Com razão, Dostojewski deixa o grande inquisidor falar a Jesus: “A tua ira é porque eu não quero o teu amor, por eu mesmo não te amar?” Este ensinamento eclesiástico da condenação eterna é um produto da maior falta de amor possível.

Por causa de um ensinamento que deu mais ênfase à crença nos dogmas e sacramentos do que numa vida cristã, muitos fiéis se tornaram dependentes e sem escrúpulos, e já que o ser humano se sentiu sempre menos responsável pelo seu pensar e agir, surgiu um caos mundial, tanto no mundo de emoções e sentidos de cada um e nas famílias, quanto na sociedade e no mundo de trabalho. A nenhum dos que estavam ligados a igreja católica e protestante foi ensinado o que significa juntar forças positivas e com a ajuda do Cristo de Deus, purificar no caminho do auto-reconhecimento, as forças negativas que provém do mundo de sentidos de cada um, apartir dos seus pensamentos, sentimentos e do seu querer demasiado humano; e então arrepender-se disto e não mais o cometer. O grande inquisidor de Dostojewski falou: “nós iremos convencê-los que somente podem tornar-se livres se renunciarem à sua liberdade pelo nosso bem e se entregarem a nós.”

Isto é o prender sistemático de outros com dependência e servidão como princípio de poder!

 

O povo da igreja somente foi e é ensinado superficialmente acerca de como cada um pode compreender e pôr na prática os mandamentos de Deus, já que o mais importante é a fé, quer dizer os sacramentos. Ambas as instituições, católica e protestante ensinam que o Sermão da Montanha de Jesus não pode ser vivido neste mundo. Ele é projetado para uma outra época e outro mundo e desta maneira relegado à utopia. Nós sabemos que os moinhos de Deus moem devagar, já que Ele dá um longo prazo para os homens de boa vontade ter a chance de dar a volta e purificar seus erros. Porém com a irradiação dos correspondentes planetas as causas se tornam irrefutávelmente em consequências. Por isto algum dia chega o momento na vida de cada um, como no destino da Terra e da humanidade, quando se mostra exteriormente aquilo que foi construido por milênios: o caos. Este comportamento caótico podemos observar em todo o mundo, nas cabeças das autoridades eclesiásticas e nos seus partidários, na ciência, economia e política. Não somente a humanidade está destroçada, porém todas as estruturas demasiada humanas criadas por ela.

Damos uma olhada ao desenvolvimento que levou à decadência geral, assim encontramos no centro do embaraço de nós de culpas um causador principal: as instituições igreja e seus responsáveis, seguidos por todos aqueles que apesar de conhecer as palavras de Jesus na Bíblia: “Quem ouve este meu ensinamento e o pratica, é comparado a um homem sábio ...” aceitaram uma liquidação barata do Seu ensinamento igualmente se por ingenuidade ou preguiça. Em vez da humanidade ter cumprido o maior mandamento de Jesus: “amarás a teu Deus com todo teu coração e toda tua alma, com toda tua força e todos teus pensamentos e amarás teu próximo como a ti mesmo”, brotou-se do chão do egocentrismo e da dureza de coração humano: inveja, ódio, inimizade, assassinato, guerras e destruição da natureza e da atmosfera. Quer dizer: puro ego. Deverá Deus calar-se em relação a tudo isso? O Eterno não se orienta de acordo com o desejo do grande inquisidor. Ele fala quando Ele quer, e irá sempre de novo dizer aquilo que é a verdade, aquilo que Ele já nos ensinou aquando Jesus de Nazaré e além disto. Ele não deixa com que as autoridades eclesiásticas continuem a atuar a longo prazo, as quais não somente deturparam o ensinamento do Deus criador e do Seu filho, o Cristo de Deus, porém o deformaram. A lei irrefutável do amor, da paz e da sabedoria, Deus, não deixa com que a humanidade se torne sempre mais dependente e seja seduzida, quer dizer, desviada, para longe Dele em coisas exteriores, em dogmas e atos de culto que correspondem ao espírito da época pagã. Por longo tempo regeu a longanimidade e paciência de Deus. Lembremo-nos das cruzadas, onde em nome de Jesus, o Cristo, foram mortos mi-lhões de pessoas que tinham uma outra fé, lembremo-nos da Idade Média onde em nome da cruz da redenção, pessoas foram torturadas, extorquiadas a dar falsos testemunhos e milhões de pessoas queimaram no queimadeiro ou foram mortos de diversas maneiras cruéis.

Como já dito, os moinhos de Deus moem devagar, porém algum dia chega o ponto onde basta. Aqueles que teceram e fiaram os fios do destino por séculos e milénios estão cada vez mais se prendendo com estes mesmos fios.Um novo ciclo cósmico começou. Cristo que venceu em Golgota e que tornou-se no Redentor de todas as almas e homens, conduz tudo que parecia perdido de volta ao Ser eterno. O Cristo de Deus falou e fala novamente. Ele conduz as pessoas de boa vontade para um novo tempo, o tempo das legitimidades do Sermão da Montanha que contém um sistema econômico de uma ética e moral espiritual totalmente nova para este mundo que cresce apartir do cumprimento do mandamento principal do amor a Deus e ao próximo.

 

Pergunta do amigo de Cristo:

A Vida Universal contém este novo sistema econômico do qual você falou há pouco? O que significa na verdade Vida Universal?

 

Resposta do profeta:

Sim, este novo sistema econômico surgiu apartir da Vida Universal. Apartir dos céus ele foi transformado para baixo, para nós seres humanos. Ele está de acordo com o Sermão da Montanha. Vida Universal significa espírito universal. Deus que é tudo em todo, não somente ensina a sua lei eterna do amor e unidade, porém Ele mostra também aos seus filhos, como pôr na prática a lei eterna em todos os âmbitos da vida sobre a Terra inclusive na economia.

No Pai Nosso a cristandade já ora há 2000 anos: “Venha o teu reino e seja feita a tua vontade, assim na Terra como nos céus.” Na Vida Universal, Cristo nos ensina, através da palavra profética o que esta afirmação significa para nós e de como pode ser realizada no dia-a-dia em todos os âmbitos da vida, para que haja paz e a hu-manidade cumpra a vontade de Deus.

O Cristo de Deus ensinou e ensina os amigos de Cristo que se puseram a caminho de pôr na prática – no cotidiano, também nas empresas de Cristo que eles fundaram – os princípios da igualdade, liberdade, unidade, fraternidade e justiça. Cristo deu e dá o tesouro dos céus para esta Terra, porém nós seres humanos temos dificuldade de pôr na prática estes princípios, apesar da fé e da boa vontade. Nós todos ainda estamos presos ao modelo antigo do sistema mórbido da economia: das cotoveladas, do minar da empresa, das lutas pelo poder, da postura de patrão e empregado. O minar da empresa não é somente através do trabalhar muito pouco, porém depende de como é trabalhado e de onde cada um se encontra com seus pensamentos durante o trabalho.

Muitas vezes o empregado não se interessa pela sua empresa pois não é sua, porém do patrão. Ele trabalha nesta empresa somente para receber o seu salário, quase todo o resto não lhe interessa. Assim a situação financeira e a posição de marketing da empresa muitas vezes não lhe interessa. Ele raramente se preocupa com o planejamento da empresa e quase nunca na melhora da economia e do aumento do movimento e lucro. O trabalho que é dado ao empregado é feito mais ou menos, de acordo com as suas qualidades, de acordo com os seus costumes de pensar e viver.

Muitos empregados, mas também muitos patrões, têm uma atitude típica de tomar para si. Muitas vezes cada um somente se interessa em assegurar-se do seu lugar de trabalho e da sua posição. Eles fazem muito pouco pela formação de energia positiva da empresa. Isto se torna claro, quando se pode ver para dentro do mundo de pensamentos e desejos de cada um. Como são os pensamentos e desejos dos empregados e patrões? Será que seus pensamentos estão no trabalho? Será que realmente ajudam a levar a res-ponsabilidade geral da empresa? Será que o conteúdo dos seus pensamentos e desejos são pela empresa?

Com certeza o indivíduo trabalha e talvez leva responsabilidade profissional no seu âmbito de trabalho, porém onde estão os pensamentos? Muitas vezes estão com os seus problemas, com o vizinho com o qual tem brigas, com os colegas que são mais bem vistos pelo patrão, que talvez conseguiram subir na sua frente na escada do sucesso ...

Ou está com os pensamentos nas desavenças com o parceiro ou com os filhos ... Ou seus pensamentos estão no futuro, formam castelos de areia ou planejam as férias: os preparativos, a viagem, que roupas deve levar e de como vão ser suas férias ... Ou ele pensa quando deve comprar um novo carro, se lhe será possível pagar à vista ou em prestações ... Ou com quais métodos ele pode serrar na perna da cadeira do procurador para que este caia e para então lhe tomar o lugar ... Ou ele pensa com que palavras ele poderia se dirigir ao patrão para denegrir a imagem do seu colega de trabalho para que talvez este perca o seu emprego, e ele mesmo possa tomar esta posição, pois o salário do outro é bem mais alto que o dele ... Ou ele pensa na namorada ou numa outra mulher, qual o caminho que deve tomar para encontrá-la, para que o seu marido não venha a desconfiar de algo ... etc, etc, etc, etc.

Ao lado disto se trabalha, com o resto da consciência. Desta maneira acontecem muitos erros, que sempre tem de ser reparados, e desta maneira se perde horas de trabalho. Tudo isto e muito mais vai às custas da empresa: se retira energia empresarial deste empreendimento.

Demos uma olhada nos meios de comunicação de massa, então lemos e ouvimos sobre corrupção principalmente entre patrões e gerentes, sobre desemprego, sobre brigas e desavenças, ódio, inveja, assassinato, luta pequena e grande, falta de paz, até mesmo a guerra. O mundo inteiro é um único fogão, onde os empregados e empresas ardem. Os assim chamados responsáveis de grupos sociais põem mais lenha na fogueira, assim que o fogo mundial de corrupção, desemprego, da luta de cada um contra o outro, da criminalidade, do vício em drogas principalmente entre jovens, os assassinatos e guerras e muito mais se alastra sempe mais.

 

Pergunta do amigo de Cristo:

Será que você pode me explicar mais uma vez porque os pensamentos são tão decisivos?

 

O profeta:

A ciência nos ensinou, que nenhuma energia se perde, porém tudo o que pode ser energia, somente poucos sabem. O Cristo de Deus nos revelou: cada pensamento, cada palavra, cada ação são energias, até mesmo nossos sentimentos e sensações são potenciais de energia. Com os nossos “instrumentos”, o nosso sentir, as nossas sensações, o nosso pensar, falar e agir, estamos contínuamente em comunicação com energias parecidas ou iguais, que se formam nos lugares ou objetos, lá, para onde nós emitimos os nossos pensamentos.

 

O Cristo de Deus continua a revelar aos amigos de Cristo nas empresas de Cristo: Cada empresa pode ser vista como um organismo. Cada colaborador no trabalho é como um órgão ou uma parte, uma célula, de um órgão. O organismo da empresa somente pode se tornar saudável e permanecer saudável, ter bons movimentos e lucros, se cada órgão se comunicar com o outro, quer dizer se aqueles que pertencem à empresa trabalharem em paz uns com os outros. Como tudo é energia, assim uma empresa somente pode e-xistir a longo prazo se os pertencentes à empresa tiverem pensamentos conscienciosos da responsabilidade, pensamentos construtivos e conscientes da meta da empresa. A empresa é como um organismo, um membro, um órgão, no grande organismo do bem comum, do grande todo vivo, onde um atua por todos e todos por um, Cristo. A meta de uma empresa de Cristo é de ter através das forças positivas de todos os participantes um bom rendimento para o próximo e para o bem de todos.

O empregado que ama o seu trabalho e que se interessa pela sua empresa não se limita a só trabalhar nesta empresa, porém é um orgão saudável e ativo da empresa. Quem durante o trabalho não está com os pensamentos no trabalho e na empresa porém pensa no seu mundo de desejos, no querer ter, ser e possuir, em problemas que existem há muito tempo, nas férias, em flertes e coisas parecidas, dá pouca energia positiva ao seu trabalho; pelo contrário, ele retira a energia positiva da empresa, deixando esta energia fluir nas suas imagens de pensamentos e desejos, etc. ... alimentando-as com esta energia. O resultado é que tal pessoa danifica o volume de energia da empresa, pois ela retira energia da empresa, ela não carrega a responsabilidade nem pela empresa nem pelo seu trabalho e finalmente nem por si mesmo, pois os seus pensamentos zumbem daqui para alí, porém não estão no trabalho.

Num organismo cada órgão está em sintonia com o outro. Cada elemento de um órgão é importante para que o organismo, a estrutura da empresa, permaneça um organismo sadio e ativo que cresce e prospera. Assim há igualdade na valorização de todos os serviços e postos de trabalho. O resultado é o seguinte: Numa empresa cristã saudável não deveria haver uma grande diferença entre os salários. Se cada pessoa que pertence a empresa, quer dizer patrão e empregado, é uma parte do organismo “empresa”, então vale a pergunta se é proveitoso para todo o organismo quando um ou mais órgãos tomem mais energia que precisam para uma vida saudável e próspera. Se por exemplo as células do cérebro dissessem: “nós somos as células mais importantes do organismo e por isto precisamos de 80% de toda energia da empresa” – o que iria acontecer? As células do cérebro seriam cada vez mais abundantes e as células do resto do corpo cada vez mais fracos. Não haveria mais equilíbrio, o organismo iria adoecer, e dependendo das circunstâncias iria morrer. Se o empresário ou empregado toma para si um salário demasiado alto sem consideração ao equilíbrio nem a situação financeira da empresa, assim no organismo “empresa” irá acontecer o mesmo.

Também a postura de patrão e empregado causa uma separação, pois aí está a diferença entre alto e baixo, quer dizer o que dá as ordens e o que recebe as ordens. Na empresa onde há o em cima e em baixo, o alto e baixo, quer dizer a desigualdade, então o senso de responsabilidade dos empregados não é incentivado.

 

O espírito de Deus revelou-nos que cada pessoa tem uma aptidão de consciência diferente. Uma pessoa tem um volume de responsabilidade maior, outra ainda um menor, fulano tem competência qualitativa, outro tem qualidades limitadas. Um tem a capacidade de guia, outro ainda está na posição de se deixar guiar. Porém cada um que quer crescer e se tornar num portador de responsabilidade, pode ampliar a sua consciência, se ele percebe as possibilidades de expandir o seu horizonte de experiências, que lhe está aberto. Assim ele irá crescer na empresa como um portador de responsabilidade, pois com o tempo ele não somente colabora com as suas qualidades atuais, porém desenvolve mais qualidades com o passar do tempo.

O espírito do Cristo de Deus aconselhou os amigos de Cristo nas empresas de Cristo a fundarem empresas as quais se pode abranger, para que cada colaborador possa compreender o sistema da empresa e como portador de responsabilidade possa viver a empresa, assim que cada pessoa que pertence a empresa possa crescer totalmente para dentro da empresa e faz desta o seu interesse. Então não há uma postura de patrão e empregado, porém todos são portadores de responsabilidade da empresa e com isto partícipe de todo o empreendimento.

No contexto deste princípio foram formadas as empresas de Cristo pelos amigos de Cristo. Todos eles, os portadores de responsabilidade das empresas, estão juntos de acordo com o direito exterior e a justiça interior na associação dos empregados nas empresas de Cristo que mantêm as ações das empresas.

Temos de dizer claramente que este sistema econômico de acordo com as leis divinas somente pode funcionar se cada pessoa que pertence à empresa é um portador de responsabilidade e co-proprietário que faz da empresa o seu interesse.

Condição para esta atuação conjunta e trabalho conjunto par parte de cada um nas empresas de Cristo é a realização passo a passo dos Dez Mandamentos e do Sermão da Montanha na vida de cada um. Para possibilitar isto já du-rante a existência da Obra da Repatriação de Jesus Cristo foi revelado o Caminho Interior pelo espírito do Cristo de Deus, que agora é oferecido com mais detalhes na Vida Universal.

 

Os amigos de Cristo nas empresas de Cristo fizeram boas experiências com este sistema econômico cristão original. Nem todos entenderam este princípio divino da igualdade. Por isto podemos dizer, eles somente estão no começo de poder totalmente compreendê-lo e penetrá-lo. Assim o sistema econômico das empresas de Cristo ainda se encontra no estado inicial, mesmo que em algumas empresas foram e são alcançados grandes progressos e bons resultados.

A empresa de Cristo, que é um organismo, pertence a todos, pois nenhum órgão deve ser superior a outro; todos os órgãos tem a mesma importância para o funcionamento do empreendimento, pois cada órgão atua em conjunto com o outro de acordo com o princípio da igualdade de dar e receber. Também aqui a natureza nos dá um bom exemplo: Será que um organismo humano funcionaria bem se cada célula não estivesse em conexão com a outra?

O que aconteceria se a célula do fígado dissesse para a célula no nervo:“de você eu não aceito informação ou instrução, eu produzo tanto suco biliar o quanto eu achar necessário ...” Será que já não se preveria que logo o sistema digestivo completo sofreria, tendo suco biliar de mais ou de menos, e com isto aconteceriam problemas graves? Ou o que seria se o fígado entra em greve e diz:” todas as substâncias nutritivas que vêm a mim através do sistema portal de veias eu guardo para mim, vocês outras células procurem onde encontrar substâncias nutritivas!”

Cristo revelou de não deixar pendentes por muito tempo problemas e dificuldades pessoais que surgem para cada um de nós no decorrer dos nossos dias, porém purificá-los, assim que o trabalhador tenha seus pensamentos no trabalho. Somente assim ele pode ser responsável pela empresa e pode ajudar seu próximo. O trabalho harmonioso e pacífico onde cada um está pelo outro conduz à unidade e ao crescimento saudável da empresa no movimento e lucro. O princípio da igualdade conduz também à liberdade de cada um que trabalha na empresa. Um empreendimento saudável e que se esforça para cima traz mais energia empresarial que, entre outros, causa uma remuneração mais alta e a participação na distribuição dos lucros.

Sobre problemas e dificuldades pode se dizer: O ser humano que segue os Dez Mandamentos, o Sermão da Montanha e assim os ensinamentos de Jesus de Nazaré na sua vida, não precisa seguir a vida oprimido e atormentado pelos problemas e preocupações. Dificuldades não têm de se tornar em problemas se nós tomamos a oportunidade para nos reconhecer nelas e purificar o que está por de trás da situação. Através da força transformadora do Cristo de Deus e através do cumprimento paulatino das legitimidades divinas nós nos tornamos livres das cargas pessoais.

Cada um que alimenta os seus problemas e dificuldades pessoais, quer dizer mantém durante o trabalho as suas fantasias pessoais, atrapalha a estrutura da igualdade, igual à unidade, do crescimento orgânico da empresa. Quem não tem ordem na sua vida interior e exterior, quem se entrega ao seu mundo de desejos pessoal e egoista, irá influenciar com isto, a ordem do  estrutura da empresa que cresceu organicamente através de negligência e trabalho defeituoso. Este mundo de desejos pode ser comparado a um virus que pode contribuir na desordem e na falência da empresa. Tais empregados são solicitados pelos amigos de Cristo a deixarem a empresa de Cristo que cresceu organicamente para manifestarem lá onde querem o seu jogo de fantasias visionárias, pessoais e egoistas.

 

Jesus, o Cristo, ensinou e ensina a fraternidade, que diz, que nós seres humanos por causa da nossa origem cósmica, somos irmãos e irmãs uns entre os outros. De acordo com o princípio divino da economia isto significa, que cada um trabalha no organismo empresa de acordo com as suas qualidades e também apóia seu próximo.

Justiça significa, que na estrutura da empresa, toda briga deve ser reconciliada em pouco tempo, para que o organismo da empresa não sofra. Este até pode ter um colapso se órgãos se rebelam, o um contra o outro, por muito tempo, quer dizer se as pessoas não estão unidas em acordo, e assim continuam. Se dois vivem em conflito então não somente um tem a razão porém também o outro. A balança da justiça na economia cristã quer sempre o equilíbrio, isto quando ambos purificam juntos aquilo que causou a briga.

O pensar positivo de cada um e o ser um a favor do outro pessoalmente são forças que fazem a empresa prosperar. Eles são como os melhores pré-trabalhadores entre os empregados da empresa. O mesmo vale nas familias assim como na vida entre familiares e amigos.

Das revelações do espírito do Cristo de Deus se dá o seguinte: Crie ordem no teu ambiente pessoal, então o empreendimento também funciona.

Os amigos de Cristo nas empresas de Cristo, todos nós, não somos perfeitos, porém  experimentamos neste sistema empresarial maravilhas sobre maravilhas. O princípio divino, o motor das empresas de Cristo – o colocar na prática os ensinamentos do Sermão da Montanha na vida pessoal, em todos os decursos da empresa e para com os fregueses – funciona de uma hora a outra. Muitos irmãos fazem esta experiência todos os dias. O viver e trabalhar de acordo com as legitimidades do Sermão da Montanha contém como já comentado antes, um princípio muito simples:

Ordene de acordo com os critérios divinos os teus pensamentos, faça as pazes com o teu próximo, e viva com ele em unidade. Não pense “tudo somente para mim”, porém pense no bem comum, no bem para o teu próximo, que são os teus irmãos, as tuas irmãs, e no bem do empreendimento.

Aprenda a manter comunicação com os dons de Deus: com o teu trabalho que fazes, com a natureza que está a tua volta, com cada planta com a qual trabalhas, com os frutos que cuidas, com os produtos que vendes, com a mercadoria que ofereces. Permaneça na comunicação divina e criativa com os campos, com tudo que cresce ali.

Permaneça em comunicação com os quatro elementos fogo – igual ao sol – água, terra e ar. Sê consciente de que são dons de Deus para esta Terra. Permaneça em comunicação com os animais sobre a Terra e dentro da Terra, sobre as águas e dentro das águas, no ar, mas também nos estábulos e conscientize-se: do ponto de vista espiritual eles são uma parte da tua vida interior.

Igualmente o que fizeres, sê consciente que queres dar o melhor, então também irás receber o melhor. Não veja o freguês sómente como freguês, porém como o teu irmão, a tua irmã, e lembre-se, do ponto de vista espiritual ele é uma parte da tua vida espiritual. O freguês não é sómente rei, porém uma parte do teu coração.

Os amigos de Cristo nas empresas de Cristo se esforçam diariamente de dar a César o que é de César. Pessoas especializadas tem uma contabilidade exata e pagam os impostos e contribuições assim como o estado dita. De acordo com o ensinamento de Jesus também damos a Deus o que lhe é devido. O nosso agradecimento à Ele é o cumprimento passo a passo daquilo, que Jesus chamou a todos os homens a fazerem: “Quem ouve este meu ensinamento e o pratica, é como um sábio que construiu sua casa sobre a rocha. Vieram os ventos e as tempestades contra a casa, porém esta não ruiu pois estava edificada sobre a rocha.” (Mt. 7:24-25)

Entretanto conhecemos o barômetro da consciência. Ela reage no mesmo instante quando dirigimos os nossos pensamentos contra o nosso próximo, e também, quando não te-mos uma comunicação positiva com o nosso trabalho. Se fazemos o nosso trabalho de forma desconcentrada quando estamos com os nossos pensamentos, quer dizer com a nossa consciência, num lugar bem diferente, por exemplo nas férias, ou nos preparativos para o fim de semana ou em outro decorrer dos sentidos que nos atrae como um imã, então o barômetro da empresa cai imediatamente, aquilo que foi produzido, as mercadorias, os produtos perdem energia. A sua irradiação positiva que atrai, diminui. Por exemplo, o gosto da fruta ou do pão se modifica, o movimento diminui e naturalmente também o lucro. Se nós somos indiferentes para com o freguês, o nosso próximo, pois não estamos com ele em  pensamentos positivos, quer dizer que ele nos é indiferente ou até nós o menosprezamos, então com o tempo perdemos o potencial de freguêses que é igual ao potencial de irmãos.

 

O barômetro da empresa cai.

Nenhuma pessoa é perfeita. Todos tem os seus altos e baixos, pois cada dia tras consigo a cada um de nós, tarefas com as quais podemos aprender, coisas a purificar, e situações de prova.

Cada um tem então de trabalhar em si para chegar a igualdade, liberdade, unidade, fraternidade e justiça. O barômetro empresarial da consciência mostra as nossas flutuações: elas causam os altos e baixos da empresa.

A experiência mostra que somente no ser um a favor do outro é que se pode ir para cima e não no estar um contra o outro.

Numa empresa de Cristo cada amigo de Cristo tem os mesmos direitos. O salário está pelo menos de acordo com as regras estatais, particularmente com amigos de Cristo que tem filhos o salário é bem mais alto. Em cada trimestre há repartição do lucro. O valor da repartição de lucros é denominado pelos amigos de Cristo de cada empresa. Este sistema econômico empresarial cristão, que está de acordo com o conteúdo do Sermão da Montanha, nos possibilita uma vida em igualdade, unidade, liberdade, fraternidade e justiça.

 

O mundo com o seu sistema econômico atual está a beira do abismo. Talvez venha de vez em quando pausas para respirar, fases curtas de calma aparente, porém a tendência vai para baixo, pois este sistema não tem fundamento. Onde há o pensar de patrão e empregado surge a indiferença, pois outros muitas vezes pensam por outros. Ali não pode surgir uma igualdade. Onde diariamente se dá a luta de um contra o outro, onde se dá a luta dos gigantes na economia, não pode crescer a liberdade. Onde um tem um salário enorme e outros são paupérrimos, não pode surgir a unidade entre os seres humanos. Onde poder e dinheiro oprimem os que não tem poder, não pode resultar a fraternidade. Onde os ilustres fazem prevalecer o seu chamado direito e o cidadão comum é muitas vezes subjulgado, não pode resultar a justiça.

Este desequilibrio conduz sempre de novo à falta de paz, a ódio, inveja, assassinato, luta, guerras, destruição e muito mais. Os povos que são cegados por isto irão sempre de novo agarrar nas armas, na crença de que com isto se pode produzir a paz. Utilizando as armas se pode levar um povo à beira da ruina, o eliminá-lo ou retirar praticamente a base de sua vida. Mas os pensamentos guerreiros e assassinos não podem ser destruidos com armas, porém sómente através daquilo que Jesus ensinou no seu Sermão da Montanha, e que os homens o fazem.

Onde os princípios cristãos originais igualdade, liberdade, unidade, fraternidade e justiça só ficam em palavras, que são talvez declamadas do púlpito num sermão de domingo, porém não almejadas e vividas no dia-a-dia, na familia, no lugar de trabalho, na empresa, alí não se segue a Jesus o qual falou sobre o cumprimento de seu ensinamento, o fazer, o qual foi com sua vida, o melhor exemplo para isso.

Quem prega a fé, e nega a essencialidade de realizar o conteúdo da fé, por exemplo, no lugar de trabalho, este não pode compreender, que fé e vida devem ser uma unidade, este não compreende a Jesus de Nazaré e o Seu ensinamento, sim, ele não O conhece.

Ele além disto não conhece a con-stituição do nosso país (Alemanha) onde os princípios igualdade, liberdade, e justiça social tem uma importância central.

 

 

 

O Credo e os Princípios de Vida

Dos Cristãs Originais

Na Vida Universal

 

Cremos em Deus, o Espírito Eterno, que transpassa o infinito e que é vida presente e indivisível em tudo e em todos.

 

Cremos que Deus é a poderosa força criadora e a fonte criadora, a corrente na qual vivem todos os seres da luz e dos reinos da natureza.

 

Cremos que a força criadora poderosa, a fonte de todo Ser, está em cada partícula dos reinos da natureza, nos minerais, plantas e animais.

 

Cremos que a força criadora poderosa, a fonte de todo Ser, é a luz e a vida em todos os astros do universo.

 

Cremos que a força poderosa, o Espírito glorioso de Deus, é o amor em tudo, a força pulsante e omnipresente em todas as almas e homens.

 

Cremos no um Único, em Deus, o nosso Pai eterno do amor, cujos filhos são todos os seres, almas e homens.

 

Cremos que o Deus-Pai é o Ser personificado do amor, a quem, como seres puros, todos voltaremos a ver face a face.

Cremos que Cristo, o filho de Deus, é o co-regente dos céus que está sentado à direita do Pai.

 

Cremos que nós fomos criados por Deus como seres puros e livres, dos quais alguns se carregaram através do pensamento da queda, e que atrairam consigo mais seres luminosos para dentro da carga, através da qual os corpos luminosos espirituais se ensombreceram e se envolveram com o pecaminoso, condensando-se e convertendo-se pouco a pouco em homens, seres humanos.

 

Cremos na pré-existência da alma que volta novamente através de âmbitos de purificação de matéria fina e se torna novamente num ser puro, já que foi criada por Deus como ser puro e que se cargou através da queda.

 

Cremos na vida eterna e que todas as almas voltam passo a passo ao reino de Deus, através de Jesus, o Cristo, nosso Redentor.

 

Cremos que todos os homens e almas são irmãos e irmãs, todos assentados no grande espírito do amor, em Deus, nosso Pai.

Cremos que todos os homens são o templo de Deus e que o espírito do Cristo de Deus, que é o espírito da liberdade habita em todos.

 

Cremos em Jesus, o Cristo de Deus, o filho do Pai eterno, que é o Redentor de todas as almas e homens.

 

Cremos na geração imaculada e natural do homem Jesus.

 

Cremos nas palavras de Jesus, o Cristo, que nós nos tornaremos à imagem do nosso Pai novamente, que nos contemplou e criou como seres puros e ao qual nós iremos ver novamente quando nosso corpo espiritual irradiar pura e perfeitamente como imagem do Pai eterno, que também incorpora o princípio de Mãe, já que Deus, a corrente omnipresente, contém ambos princípios, assim como o princípio pai, também o princípio mãe!

 

Cremos que Jesus, o Cristo, nosso Redentor, já começou há 2000 anos atrás a condução de volta de todas as almas e homens, e que todos nós iremos voltar através de Cristo, nosso Redentor.

 

Cremos que sem o Redentor de todas as almas e homens não chegamos ao Pai Eterno e que a força redentora que atua em todas as almas e homens é um apoio, segurança e condução à eterna morada do Pai para todas as almas e homens. Ele é o caminho, a verdade e a vida!

Cremos nos âmbitos de purificação, onde vivem almas cargadas que se dirigem paulatinamente ao reino de Deus ou voltam à Terra para se tornarem homens novamente.

 

Cremos na reencarnação, na encarnação de almas muito cargadas ou de almas que em poucos anos como homens podem purificar e reparar  muito que para elas, como almas, só seria possível em longos ciclos.

 

Cremos na encarnação de almas iluminadas, que se tornam homens para na Terra servir a quem pertence toda honra, glória e louvor.

 

Cremos na lei de semente e colheita: o que o homem semeia, isto colherá.

 

Cremos na grande graça e misericórdia de Deus, que nos apoia e ajuda, de reconhecermos a tempo os nossos pecados, de arrepender, purificar e não mais fazer o mesmo, antes que nossos pecados venham a nós como golpe do destino.

 

Cremos que se nós utilizamos os dias com a ajuda do nosso Redentor, arrependendo-nos do pecaminoso, purificando-o e não mais o cometendo, então podemos voltar à nossa verdadeira pátria, ao ser eterno sem mais encarnações.

 

Cremos que não existe o acaso, que através da reencarnação a nossa presença aqui na Terra tem uma importância e que nos dá resposta a perguntas do porque estamos aqui na Terra e porque isto e aquilo são assim como são.

Reconhecemos as causas quando incluimos a lei de semente e colheita na função da reencarnação, não obstante sendo que cada um deve ajudar ao outro a carregar a sua carga.

 

Nós acreditamos nos Dez Mandamentos de Deus através de Moisés e no Sermão da Montanha de Jesus.

 

Cremos que somente a fé ativa, isto quer dizer, a realização dos Dez Mandamentos e do Sermão da Montanha, nos deixa tornar um com Cristo.

 

A fé ativa, que conduz à vida com Cristo, significa para nós cristãos originais, também de reconhecer os nossos pecados com a ajuda do nosso Redentor, de nos arrepender e pedir perdão, perdoar o nosso próximo, reparar o mal causado se ainda for possível, e não mais cometer este pecado que reconhecemos e purificamos.

No não mais fazer o pecado está o preenchimento passo a passo da vontade de Deus, a qual Deus nos mostrou através dos Dez Mandamentos, e Jesus, através do Sermão da Montanha.

 

Cremos na oração fervorosa e profunda feita no silencio do nosso interior e na ajuda do Cristo de Deus através da oração.

 

Cremos, que tudo que tem densidade irá se dissolver, para ser matéria fina novamente, assim como é no Ser eterno desde os primórdios.

 

Cremos, que Jesus, o Cristo de Deus, edifica o reino da paz sobre a Terra, e que a Terra purificada e  sempre mais iluminada entrará paulatinamente no Ser eterno como substancia luminosa.

 

Cremos que Deus é a única vida, em direção à qual nós nos esforçamos através de Cristo e, com Cristo, através da realização do seu ensinamento, pois Ele nos exorta com as seguintes palavras: “quem ouve este meu ensinamento e o pratica é como um homem sábio, que construiu sua casa sobre pedra. Quando porém uma tempestade veio e as águas vieram e o vento soprava contra a casa, não des-moronou pois estava edificada sobre rocha. E quem ouve estas palavras e não as pratica, é como um homem tolo, que construiu sua casa sobre areia. Quando porém veio uma tem-pestado e as águas vieram e os ventos sopraram contra a casa, esta então caiu, e grande foi a sua queda”.

 

Nós aspiramos a vida em Deus, fazendo o que Jesus queria, para ressuscitarmos através de Cristo e com Cristo, e para entrarmos no coração de Deus, no reino da paz.

 

Cremos, que somente através da paz uns entre os outros é que pode surgir a paz entre os povos, não através de armas.

 

Acreditar e viver é para nós cristãos originais uma unidade. Sem a fé ativa, quer dizer, o preenchimento passo a passo dos Dez Mandamentos e do Sermão da Montanha, não há uma vida em Deus.

 

 

 

O que os Cristãos Originais

não creem

 

Não cremos que o Espírito Santo é uma pessoa.

 

Não cremos num Deus que castiga.

 

Não cremos que Deus cria a alma somente no momento da geração de uma criança.

Não cremos num lugar que é chamado de inferno nem na condenação eterna.

 

Não cremos na resurreição da carne.

 

Não cremos na geração sobrenatural através do Espírito Santo.

 

Não cremos na ascensão física de Maria aos céus.

 

Não cremos que uma igreja seja a única da qual se pode conseguir a salvação.

 

Não cremos na instituição igreja, seja católica ou protestante.

 

Não cremos em dogmas, sacramentos e cultos.

 

Não cremos que somente através da fé, sem a realização dos mandamentos de Deus, se alcance a salvação.

 

Não cremos que Deus se encontre em casas de pedra, pois cada homem é o templo de Deus.

 

Não cremos no batismo de crianças, pois Jesus disse: primeiro ensinem, depois batizem.

 

Não cremos que para a santa ceia seja necessário óstia e vinho. Jesus tomou com seus apóstolos uma ceia simples e disse com  palavras parecidas ao seguinte: façam isto em memória de mim.

 

Não cremos no “pai santo” o papa, nem nas hierarquias e os títulos de cardinais, bispos, padres e pastores. Na Bíblia, na qual os protestantes e católicos deveriam acreditar literalmente, está escrito: “Jesus disse, não devem chamar na Terra ninguem de pai, pois somente um é o vosso pai, aquele que está nos céus... aquele que se exaltar será humilhado e o que se humilhar será exaltado”.

A Bíblia, na qual tanto os protestantes como os católicos acreditam, dá ela mesma resposta do porque não acreditamos em cardinais, bispos, pastores,  padres, etc. Lá está escrito: Os fariseus ... enviaram a Jesus seus discípulos junto com pessoas de Herodes para dizer-lhe: Mestre, sabemos que és sincero e ensinas o caminho a Deus com verdade e não perguntas a ninguém e não dás atenção às apa-rencias das pessoas.

 

Não cremos na infabilidade de um homem.

 

Não cremos nos santos.

 

Não cremos que com a extrema unção ou através da confissão no leito da morte possa se eliminar todos os pecados no último minuto.

Não cremos no perdão dos pecados através dos sacerdotes.

 

Não cremos em objetos consagrados pelos sacerdotes.

 

Não cremos que se pode encontrar a Deus mediante uma vida claustral e separada dos semelhantes.

 

Não cremos em processões e nos santuários de peregrinações.

 

Não cremos na veneração de relíquias e imagens.

 

Não cremos que se possa adquirir a absolução de seus pecados comprando-se uma bula.

 

Não cremos, que através de doar velas e acendê-las e através da doação de dinheiro se possa conquistar o coração de Deus.

 

Quem ama a Deus, o Pai Eterno e a Cristo o Seu filho, este cumpre aquilo que Deus quer e não aquilo que os homens querem.

 

 


 

* F. M. Dostojewski, “O Grande Inquisidor”

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